Setor imobiliário reage positivamente no Rio de Janeiro e no Maranhão

A Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, disparou no setor imobiliário em comparação com o primeiro semestre de 2017. O levantamento Cenário do Mercado Imobiliário da Baixada Fluminense 2017, realizado pelo Secovi nos municípios da região da Baixada (Belford Roxo, Duque de Caxias, Nilópolis e Nova Iguaçu), mostrou que apartamentos na Baixada Fluminense aumentaram os valores do metro quadrado em 10%, enquanto na cidade do Rio de Janeiro o valor caiu em 6%.

Em relação às casas, a Baixada Fluminense também se destaca: um crescimento de mais de por 10% por metro quadrado, contra a queda de 5% no Rio de Janeiro. Especialistas apontam que, na Baixada Fluminense, a maior demanda é para casas em condomínio fechado, nicho que carece de opções por parte de imobiliárias e construtoras. Ainda assim, a Baixada Fluminense tem sido a principal opção para quem deseja alcançar o sonho da casa própria na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Crescimento no Maranhão

Imperatriz é a segunda maior cidade do Maranhão. A cidade que se localiza na margem direita do rio Tocantins tem ganhado a atenção do setor imobiliário maranhense. De maneira súbita, a cidade tem evoluído com instalação de empreendimentos e residências, numa previsão otimista de que o nicho de mercado está favorável para o investimento imobiliário a partir do crescimento ainda tímido de janeiro a julho de 2017.

De olho nas oportunidades, o Grupo Canopus, presente no Ceará e no Maranhão, lançou a faixa 1,5 do programa Minha Casa, Minha Vida em alguns de seus empreendimentos em Imperatriz. A modalidade 1,5 tem juros mais baixos e maior subsídio do governo federal, podendo atender a famílias que desejem investir na casa própria tendo em mãos uma renda mais limitada. O subsídio pode chegar até R$ 31 mil reais com juros de 4,5% ao ano e renda a partir de R$ 1.300,00.

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

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