Ecoturismo: tendência e oportunidade em turismo alternativo

Uma opção para quem gosta de se aventurar por trilhas e lugares inusitados, tendo contato com elementos culturais e com a natureza, o ecoturismo ou turismo ecológico vem ganhando mais espaço, mais consciência dos gestores municipais e mais adeptos pelo país. Em Quixadá, a 168km de Fortaleza, no Ceará, o ecoturismo se torna bastante evidente: a todo lugar, o viajante presencia atividades recreativas, esportivas e educativas.

O principal atrativo da região são as atividades mais radicais, como o voo livre. De acordo com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Quixadá, o voo livre pode girar em torno de R$ 1,5 milhão por temporada, e o índice ainda pode ser multiplicado caso o fluxo de pessoas seja intensificado em outros meses do ano.

Na cidade, também são famosas a trilha da Galinha Choca e o passeio ao Lago dos Monólitos, uma unidade de conservação criada para proteger as formações rochosas naturais da região. O Monumento Natural dos Monólitos é instrumento tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O interior se destaca

Quebrando o fluxo turístico mais recorrente às capitais dos estados, não é só o sertão cearense que ganha evidência. O estado de Minas Gerais ampliou seu mapa turístico, passando de 279 municípios no ano de 2016 para 555 cidades com potencial turístico em 2017. O turismo dessas regiões também abrigam o agroturismo, ou o turismo rural, mais voltado para pessoas que buscam tranquilidade em regiões serranas e demais áreas de baixo fluxo de pessoas.

Entre as cidades com maior relevância turística no estado de Minas estão Divinópolis, Pará de Minas e Formiga. A Trilha dos Bandeirantes é uma das principais rotas turísticas de Divinópolis, estando inclusa no Circuito Turístico Verde que reúne 9 municípios. Pará de Minas e Formiga integram o Circuito Turístico de Grutas e Mar de Minas, uma região com lagos, grutas, fazendas centenárias e sítios arqueológicos.

 

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

Procura de imóveis facilitada: conheça o app Moving

Já conhece o aplicativo Moving? Uma oportunidade para vendedores de imóveis e uma facilidade para quem busca um novo lugar para morar, a Moving é um aplicativo que mostra, através de geolocalização, os imóveis que estão disponíveis para aluguel e venda nas proximidades. A plataforma pode ser utilizada em smartphone, tablet ou computador.

Lançado em 2012, o aplicativo se atribui de uma tecnologia registrada pela Moving e terceirizada para outros serviços de imobiliárias e incorporadoras. Hoje, cerca de 900 aplicativos disponíveis nas lojas virtuais utilizam a tecnologia da Moving Imóveis. São cerca de 1 milhão de imóveis registrados na plataforma que aderem às categorias de residência, comércio, galpões industriais e logísticos.

Facilidades

O aplicativo representa praticidade e portabilidade para quem deseja procurar o seu imóvel ideal nas imediações de onde se encontra naquele exato momento. A oferta para algumas localidades é grande, mostrando anúncios de mais de mil imobiliárias, incorporadoras e pessoas físicas, principalmente em capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Outra comodidade é se aquela determinada área tem acesso para escolas, comércio e transporte público. Com esse recurso, o usuário pode definir suas prioridades de escolha e avaliar a melhor oferta de acordo com o que está presente na região desejada.

Infelizmente, o software ainda tem algumas limitações. O alcance máximo da cobertura em relação ao ponto de localização do usuário é de no máximo 100 metros. Isso impossibilita, por exemplo, que usuários do Rio de Janeiro busquem imóveis em outras cidades ou mesmo em zonas diferentes da mesma cidade.

Crescimento

A nova sociedade entre Moving e Engebanc, empresa especialista em avaliação de imóveis, permitirá que o aplicativo ganhe melhorias. Uma delas é relacionar o valor do imóvel selecionado com a média de valores da região. Isso facilitará a procura de imóveis a partir da renda que o usuário possui.

 

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

Paraná avança no ranking dos estados mais exportadores

No quadro geral do comércio brasileiro, a instabilidade econômica nacional tem se apresentado a algumas empresas e indústrias como fator de impulso para alcançar o mercado internacional. De janeiro a agosto de 2017, os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro se apresentaram como os mais exportadores do período, com valores respectivos a US$ 33,5 bilhões, US$ 16.9 bilhões e US$ 15,4 bilhões.

O Paraná avançou no ranking e ficou em quarto entre os maiores exportadores, com US$ 12,4 bilhões até o momento. Dos produtos comercializados se destacam soja, pastas químicas, e carnes e miudezas. Como destino das mercadorias, cerca de 28,5% segue para o mercado chinês, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. Logo em seguida, vem Argentina, tendo automóveis de passageiros e de transporte como principal mercadoria, e Estados Unidos, que compra madeira e artigos derivados.

Desde 2014 o Paraná tem avançado no comércio e vem acompanhando o crescimento do saldo comercial brasileiro. Em 2016, o saldo positivo fechou em mais de US$ 4,078 bilhões, que representa um crescimento de 65,8% em relação a 2015. Em exportações, o Paraná fechou em US$ 15,171 bilhões no ano de 2016. Além dos produtos já citados, o estado também tem relatado aumento significativo no comércio de extratos, essências e concentrados de café (132% até julho de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016), mel natural (127%) e couros (285%)

Agropecuária: oportunidade constante

A soja, o carro-chefe do comércio externo paranaense, também representa o produto de maior expansão comercial brasileira. Para 2017, o Brasil prevê uma produção de 64 milhões de toneladas, e 65 milhões para 2018. De acordo com a Associação Brasileira de Indústrias de Óleos Vegetais. O aumento se refere principalmente à maior utilização de biocombustível (produzido principalmente com óleo de soja) no diesel até março de 2018.

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

Refugees migration might have a solution

Since 2015, Europe, Asia and Africa have gone through a serious situation: the Refugee Crisis. War, terrorism, political and social issues are the main reasons for millions of people from Asia, Africa and Eastern Europe are moving to Western Europe. Recently, at August 28 in Paris, a few countries from Europe and Africa presented a plan to manage the migratory flux coming mainly from Africa.

The conference was attended by German Chancellor Angela Merkel, Italian prime-minister Paolo Gentoloni, Spanish prime-minister Mariano Rajoy and the High Representative from Europe Union, Federica Mogherini, spoke about reasons and solutions for the migratory crisis with representatives from Niger, Chad and Libya. Emmanuel Macron, President of France, suggested the elaborate “safe areas” in Niger and Chad, where people in migration could ask for asylum. The United Nations Refugee Agency would remain responsible for the logistics.

But the crisis won’t end up until the situation in Libya is solved. The country survives in chaos and civil war since Muammar Kadafi died in 2011 and several groups fought for power and control. Since then, is through Libya where people from another places walks up to Mediterranean Sea and Europe.

All representatives agreed that all of them must improve the cooperation in fighting against violence, traffic of people, the well management of finances, frontier controlling and law programs which could contribute for solutions.

According to the United Nations Refugee Agency declared that the number of refugees coming to Europe through sea decreased. 231 thousand people went to Europe through sea in boats, ships or even swimming from January to June in 2016. Meanwhile, in the same period of 2017, there was a 105 thousand people trespassing the Mediterranean Sea. In total, 119 thousand refugees went to Europe, and 83% of them, entered the continent through Italy. Since 2014, 14 thousand people die trying to reach safe lands in Europe.

 

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

5 best places to live – The Global Liveability Ranking

We’re all looking for better living, right? But what’s more important for you? Which criteria do you use for define where do you want to spend the rest of your life? United Nations says efficiency on healthy, education, security and sanitation is the better way to know if a city or country you want to move in is the better place for you.

The Economist, an american magazine, ranked the best cities to live worldwide through 30 criteria in five categories: stability, healthy, culture and environment, education and infrastructure. The Global Liveability Ranking also prospected the worst places between the 140 cities in the research. Extreme violence, like terrorism, made Damascus, in Syria, and Tripoli, in Libya, the worst of them all. The TOP 5 cities achieved maximum points (100) on education, infrastructure and healthy system. They are:

Melbourne (1st) – Australia

Melbourne is home for several festivals like White Night, in February, Comedy Festival, in April, and Melbourne Festival, in October. This Australian city have amazing pieces of street art. Tourist love to take pictures at Hosier Lane, for example.

Vienna (2nd) – Austria

In 2007 and 2008, Vienne ranked 1st for culture innovation in the Innovation Cities Index. Its architecture has art nouveau influence, modern art is easily found at Georg Kargl Fine Arts and University of Music and Performing Arts Vienna launch young classical musicians worldwide.

Vancouver (3rd), Toronto (4th) and Calgary (5th) – Canada

It seems like Canada has already learned recipe for a better living. At Vancouver, bikes are part of population’s lifestyle. 50 Shades of Grey, I Robot, Fantastic Four and Man of Steel were all located in Vancouver. Toronto has the largest streetcar in North America, but bikes are also everywhere you look. And Calgary shouldn’t be much different: the average age is 35 years, and this is why Calgary has lots of parties, sports and entertainment of all kind.

Facilidades e oportunidades no mercado imobiliário

Nos meses de julho e agosto, os bancos Santander e Itaú Unibanco anunciaram diminuição das taxas de juros para financiamento de moradias. A causa desta ação é o saldo positivo do mercado imobiliário de janeiro a abril de 2017 e a previsão é de que melhore ainda mais no decorrer do ano. A queda de juros representa o principal fator para reaquecer o setor imobiliário com novos clientes nos próximos meses e novos empreendimentos a longo prazo.

A tendência entre as instituições financeiras é analisar casos individualmente, concedendo taxas mínimas de juros de apenas um dígito.  Com a oferta de crédito imobiliário mais ampla, mais famílias podem ser beneficiadas com o sonho da casa própria independente da classe socioeconômica. Após 2 anos de queda, desde 2014, o setor imobiliário pode, enfim, começar a se reerguer.

O caso de Jundiaí

O município de Jundiaí, em São Paulo, tem registrado saldos positivos no setor imobiliário. Em levantamento realizado pela Associação das Empresas e Profissionais do Setor Imobiliário de Jundiaí e Região (Proempi), há um crescimento de 140% nas vendas de imóveis de janeiro a abril em 2017 com relação a 2016.

O crescimento, de acordo com especialistas, se deve à receptividade do consumidor em relação aos preços estabelecidos para 2017, levando em consideração também o valor do m² em Jundiaí, no valor médio de R$ 4.500, preço 40% menor que na cidade de São Paulo.

Visão social

A cidade de São Paulo está para receber mais de R$ 750 milhões em investimentos federais para obras de infraestrutura e moradia. Deste montante, R$ 50 milhões estão destinados ao Projeto Piloto de Locação Social para atender pessoas em situação de rua como forma de conceder acesso à moradia digna. Além disso, está prevista a construção de 1.951 novas moradias inclusas no Programa Minha Casa Minha Vida – FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) com investimento de mais de R$ 246 milhões.

 

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

Viracopos de Campinas é o melhor aeroporto do Brasil

Em pesquisa de satisfação realizada no trimestre de abril a junho de 2017 pela Secretaria Nacional de Aviação Civil, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, São Paulo, foi avaliado como o melhor terminal aéreo do Brasil. 15 dos principais aeroportos do País receberam o estudo que ouviu mais de 13 mil usuários nos momentos de embarque e desembarque.

Pela 5ª vez nas pesquisas desde 2013, Viracopos teve a melhor avaliação. De 1 a 5, a média de usuários indicou a nota geral de 4,9 para este aeroporto, índice que representou um crescimento de 13,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Viracopos vem seguido por Curitiba (nota 4,74) e por Brasília (nota 4,58).

Melhores serviços

Os 15 aeroportos pesquisados representam 80% na movimentação de passageiros nos terminais aéreos brasileiros. De acordo com os dados, 92% dos passageiros avaliaram como “bons” ou “muito bons” o conjunto de serviços dos aeroportos em questão. O índice superou as taxas do trimestre anterior, que atingiu a marca de 91% de impressões positivas.

Desde o início da coleta de dados, a aprovação foi a maior de todas já registradas. 49% dos respondentes apontaram “muito bom” como grau de satisfação geral, 43% indicaram os serviços como “bom”, 7% deram nota “regular” e apenas 1%, pouco mais de 130 pessoas, deram “ruim” como impressão dos serviços.

Indicadores são necessários

O intuito da pesquisa tornou-se relevante a partir de 2013, quando o Brasil passou a receber eventos de movimentação internacional de público, como a Copa das Confederações da Fifa, Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo da FIFA e Olimpíadas. Dessa forma, houve necessidade em obter dados precisos acerca da opinião dos passageiros beneficiados pelos serviços aeroportuários. Com estes números, as gestões individuais dos terminais aéreos podem averiguar melhorias a serem tomadas pela valorização dos usuários.

Para outros dados da pesquisa, acesse http://www.aviacao.gov.br/assuntos/pesquisa-satisfacao/relatorio-trimestral-2o-tri-2017-geral.pdf .

 

Falkner Moreira
Produção de Conteúdo

Havard e ONU fazem uma aliança para desenvolver pesquisa dos 30 anos do SUS no Brasil

A Universidade de Havard  fez uma aliança com a  organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) no Brasil, para desenvolver pesquisas sobre os 30 anos do (SUS) Sistema Único de Saúde.  O Seminário será realizado na Terça-feira (25) em Brasília, representantes da organização de ambos paises discutiram os desafios do atendimento público do Brasil.

CARREGADOR DE CELULAR MOVIDO A PASSOS | FILIPINAS

As Filipinas mostrou que também tem a cultura de cidadão interessados e dedicados a tecnologia. Angelo Casimiro, de apenas 15 anos, acaba de desenvolver uma maneira de carregar seu smartphone apenas caminhando. Segundo ele, as pessoas dão em média 7 mil passos por dia e isso seria suficiente já que o dobramento dos pés durante a caminhada geram um tipo de energia. Os geradores ficariam na palmilha do tênis.

Interesantíssimo, né? Os cidadãos filipinos tem mania por tecnologia e estão bem a frente do resto do mundo no quesito, é mesmo algo cultural. Já se imaginou preparando sua mudança internacional para as Filipinas? Faça seu orçamento aqui no nosso site!

LISBOA | PRAIA URBANA EM AGOSTO

Em Torel, a felicidade será completa, com água, areia e até salva-vidas em agosto, o mês que o jardim se tornará uma verdadeira praia urbana e tudo isso foi uma iniciativa da Junta Freguesia de Santo Antônio. A ideia surgiu do cotidiano, já que já era costumeiro crianças tomarem banhos de lago nos dias de calor, então não custou muito para abrirem a público a praia urbana do jardim.

 

As melhorias para que a implatanção do projeto seja perfeita não foram esquecidas: a água do lago será constantemente tratada, terá areia em torno do lago, bar de apoio e duchas. Legal, né? Portugal anda sempre se preocupando com os lugares públicos da cidade e assim melhorando a qualidade de vida das pessoas. Já imaginou sua mudança internacional para Portugal? Mande uma solicitação de orçamento para o nosso site e receba as melhores cotações do mercado!