Pessoas acima de 60 anos são os principais viajantes do Brasil

O Ministério do Turismo do Brasil realizou a Sondagem do Consumidor em setembro de 2017 com foco nas intenções de viagem. O estudo revelou que mais de 25% dos brasileiros acima de 60 anos pretendem viajar até março de 2018. Entre estas pessoas, 73,5% querem viajar por via aérea e 32,5% desejam ir para fora do País. Assim, idosos correspondem à maior parcela de interesse em viagem internacional em comparação às outras faixas etárias (17% para menores de 35 anos, 27,2% para pessoas entre 35 e 44 anos, e 27,2% para pessoas de 45 a 60 anos).

Em outra pesquisa realizada pela agência CVC, foi constatado que pessoas com mais de 60 anos estão viajando com mais frequência que há alguns anos. Atualmente, cerca de 20% das pessoas que adquirem pacotes de viagens são idosas, um número que chega a 1 milhão de consumidores a cada ano. Em 2010, esse número era 5% menor.

A importância de viajar

Estudos comprovam que convívio social pode ajudar o idoso a afastar transtornos como ansiedade e depressão a partir da solidão. Viagens e passeios são maneiras prazerosas de proteger o idoso contra estes transtornos mentais e deve ser uma prática estimulada pela família.

De acordo com especialistas, esta parte do público é exigente, deseja visitar lugares inusitados, e não apenas resorts para descanso. Por terem quase sempre as mesmas limitações e interesses, é comum que os idosos viagem em grupo. Agências especializadas em atender idosos montam seus roteiros de forma a englobar percursos em áreas históricas e locais que tenham um circuito gastronômico aprimorado e diversificado.

A agência Pastore Turismo, por exemplo, tem o cuidado de visitar as instalações do hotel, pousada ou resort para garantir que o idoso tenha plena liberdade e acessibilidade de locomoção pelo local. Os roteiros são leves, práticos, com poucas caminhadas e com atividades para socialização entre estas pessoas.

 

Falkner Moreira
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Mudança para São Paulo: o mundo em uma única cidade

Quem vê São Paulo hoje não imagina que esta cidade passou dois séculos envolta em pobreza e esquecimento na época em que o Brasil ainda era colônia de Portugal. Durante o século XX, São Paulo recebeu pessoas do Nordeste brasileiro, além de imigrantes italianos, portugueses, libaneses, árabes e japoneses. Seu crescimento foi tanto que, hoje, é o centro econômico de toda a América Latina.

Sozinha, São Paulo tem o maior Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, sendo a décima maior economia do mundo com um PIB relativo a US$ 388 bilhões. Por isso mesmo que uma das principais formas de turismo na região é o turismo de negócios, com alta representatividade para eventos e conferências internacionais nas áreas de empreendimento, automobilismo, cultura e moda.

O caráter multicultural de São Paulo é evidenciado quando olhamos para as artes e as expressões religiosas da cidade. Ela é retratada em livros de autores como Lygia Fagundes Telles, Ignácio de Loyola Brandão e Marcos Rey, e em músicas de Caetano Veloso, Tom Zé, Adoniran Barbosa e Rita Lee. De acordo com o censo do IBGE de 2010, São Paulo integra maioria de adeptos da Igreja Católica Apostólica Romana, mas também possui adeptos expressivos entre espíritas, budistas, umbandistas, judeus, mórmons e islâmicos.

Na cidade, o transporte é bem equipado em mobilidade urbana, com opções que vão do mais simples, como ônibus e metrô, até o mais complexo, como o táxi aéreo, sendo a cidade com maior frota de helicópteros do mundo. A cidade possui três aeroportos, com maior fluxo de pessoas nos aeroportos de Congonhas e o Internacional de Guarulhos.

Você tem interesse em morar nesta cidade que concentra um pouco do mundo? Informe-se com a empresa certa para realizar a sua mudança nacional ou internacional para São Paulo. Granero Moving, Transworld Brazil, Cosmopolitan e IMT – International Moving & Transportation são alguns exemplos. A IMT possui escritório em São Paulo e também está presente nos Estados Unidos.

Falkner Moreira
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Mudança para Key Biscayne: natureza, praia e tranquilidade perto de Miami

A menos de 30 minutos de Miami, numa distância de 12 quilômetros, fica Key Biscayne, uma pequena ilha incorporada ao estado americano da Flórida. Com uma população estimada em 13 mil habitantes distribuídos em 3.230 km², Key Biscayne é o lar de quem aprecia o verde da natureza e o contato direto com areia e mar.

Rickenbacker Causeway conecta Miami à ilha, uma ponte suspensa que torna o deslocamento prazeroso pela vista paradisíaca. Bill Baggs é o parque natural da região que conta com uma das praias mais famosas da cidade. A localização é recomendada para realização de mergulhos por conta da água cristalina. O farol Cape Florida Lighthouse, construído em 1825, é uma das construções mais antigas ao sul de Miami.

Crandon Park é outra área natural de Key Biscayne. Repleta de mangues, é comum encontrar tartarugas marinhas, caranguejos e estrelas-do-mar. Crandon Park conta ainda com quadras de tênis, onde acontece o Miami Open Tennis Tournament, um dos maiores torneios de golfe do mundo. Na praia de Crandon Park ocorre também uma grande variedade de esportes aquáticos.

Key Biscayne se atribui de um clima tropical. O verão na cidade é quente e com forte precipitação chuvosa, e o inverno é seco e suaviza as temperaturas. De junho a setembro, as chuvas são mais intensas. As temperaturas máximas chegam a uma média de 28°C e as mínimas vão até 21°C.

Nos últimos 10 anos, a especulação imobiliária tem progredido em Key Biscayne com a devida atenção para áreas naturais. Se o seu interesse é viver com tranquilidade, numa cidade pequena que valoriza simplicidade e contato com o verde, comece a pesquisar quem pode ajudar você na sua mudança.

Solicite informações de empresas como GInter, Antares – Mudanças & Transportes, Metropolitan Transports e IMT – International Moving & Transportation. Esta última, a IMT, possui escritórios no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza) e nos Estados Unidos (Miami e Nova Iorque).

Falkner Moreira
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China é o país que mais investe em negócios no Brasil

O investimento da China em projetos e empresas brasileiras deve se intensificar nos próximos anos. Quatro usinas hidrelétricas foram arrematadas por chineses em leilão ocorrido em 27 de setembro, incluindo a usina de São Simão comprada pelo grupo Spic por R$ 7 bilhões. A empresa Spic já tem investimentos aplicados na região Nordeste na área de energia eólica desde 2007.

Outros grupos empresariais chineses, como State Grid e State Power, demonstram que o interesse oriental é em investir primariamente em energia e infraestrutura. State Grid é a maior empresa do mundo na área elétrica e passou a ser acionista controladora a partir da aquisição de 54,64% da brasileira CPFL Energia no início de 2017.

Biodiesel

Biotecnologia também é um setor de grande interesse da China. No início de setembro, a usina de biodiesel Biopar, localizada no Mato Grosso, teve 80% das ações vendidas para a empresa chinesa Biostar Company a partir do investimento de R$ 880 mil. A contribuição pode auxiliar o Brasil a cumprir o acordo fechado na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima (Cop 21), onde o país se comprometeu em intensificar a produção de energia sustentável para 18% até o ano de 2030.

Parceria comercial

China é um dos maiores parceiros comerciais que o Brasil tem. Segundo pesquisa da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento, entre os anos de 2003 e 2017, a China decidiu investir US$ 103,6 bilhões num total de 235 projetos brasileiros. No ano de 2016, o comércio entre os dois países atingiu o patamar dos US$ 58 bilhões.

Em 2017, o investimento chinês nas empresas brasileiras somou mais de US$ 8,5 bilhões até o momento, de acordo com pesquisa da consultoria Dealogic. Os números apontam a China como o país que mais comprou ou esteve envolvido em compras de empresas brasileiras. Nos outros anos, o investimento não chegou a ultrapassar a marca dos 4%.

 

Falkner Moreira
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Mudança para Miami: um lugar multicultural

A beleza das praias de Miami, o clima tropical e a riqueza de experiências chamam atenção de viajantes e pessoas que desejam iniciar a vida em outro país. Na cidade convivem não só cidadãos americanos, mas também pessoas de origem latina e até brasileira. São cerca de 250 mil brasileiros vivendo na Flórida, a maioria em Miami.

Os maiores atrativos turísticos, além dos 24 quilômetros de praia, são a forte presença artística mundial na região, assim como a alta diversidade no circuito gastronômico. Não é por acaso que o Art Basel, o maior evento de arte contemporânea do mundo, tem sua edição americana em Miami.

Miami é conhecida por vender produtos sob valores mais acessíveis que no Brasil e, dessa forma, o varejo local se beneficia bastante das vendas para turistas. A proximidade com a América Latina torna Miami uma cidade-alvo para a instalação de empresas e escritórios multinacionais. Atualmente, somam-se mais de 1400 empresas de mercado internacional instaladas na cidade.

O Porto de Miami é um dos mais movimentados do mundo. É neste porto que, anualmente, os cruzeiros marítimos desembarcam cerca de 3 milhões de passageiros para estadia em Miami. O equipamento também é utilizado para comércio, com exportações ocorrendo a todo momento para a China e importações chegando de Honduras e do Brasil.

O clima tropical de Miami, também bastante semelhante a boa parte do Brasil, se caracteriza por ser um clima tropical de monção. De maio a outubro a cidade é mais quente e tem precipitações de chuvas mais intensas de até 250mm, com temperaturas que variam entre 16°C e 32°C. De novembro a abril as temperaturas caem e a precipitação de chuvas também.

Se Miami é a cidade onde você quer morar e levar uma vida diferenciada, solicite informações sobre mudança internacional com a IMT – International Moving & Transportation e solicite serviços que se encaixam na sua necessidade.

 

Falkner Moreira
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Setor imobiliário reage positivamente no Rio de Janeiro e no Maranhão

A Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, disparou no setor imobiliário em comparação com o primeiro semestre de 2017. O levantamento Cenário do Mercado Imobiliário da Baixada Fluminense 2017, realizado pelo Secovi nos municípios da região da Baixada (Belford Roxo, Duque de Caxias, Nilópolis e Nova Iguaçu), mostrou que apartamentos na Baixada Fluminense aumentaram os valores do metro quadrado em 10%, enquanto na cidade do Rio de Janeiro o valor caiu em 6%.

Em relação às casas, a Baixada Fluminense também se destaca: um crescimento de mais de por 10% por metro quadrado, contra a queda de 5% no Rio de Janeiro. Especialistas apontam que, na Baixada Fluminense, a maior demanda é para casas em condomínio fechado, nicho que carece de opções por parte de imobiliárias e construtoras. Ainda assim, a Baixada Fluminense tem sido a principal opção para quem deseja alcançar o sonho da casa própria na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Crescimento no Maranhão

Imperatriz é a segunda maior cidade do Maranhão. A cidade que se localiza na margem direita do rio Tocantins tem ganhado a atenção do setor imobiliário maranhense. De maneira súbita, a cidade tem evoluído com instalação de empreendimentos e residências, numa previsão otimista de que o nicho de mercado está favorável para o investimento imobiliário a partir do crescimento ainda tímido de janeiro a julho de 2017.

De olho nas oportunidades, o Grupo Canopus, presente no Ceará e no Maranhão, lançou a faixa 1,5 do programa Minha Casa, Minha Vida em alguns de seus empreendimentos em Imperatriz. A modalidade 1,5 tem juros mais baixos e maior subsídio do governo federal, podendo atender a famílias que desejem investir na casa própria tendo em mãos uma renda mais limitada. O subsídio pode chegar até R$ 31 mil reais com juros de 4,5% ao ano e renda a partir de R$ 1.300,00.

Falkner Moreira
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Ecoturismo: tendência e oportunidade em turismo alternativo

Uma opção para quem gosta de se aventurar por trilhas e lugares inusitados, tendo contato com elementos culturais e com a natureza, o ecoturismo ou turismo ecológico vem ganhando mais espaço, mais consciência dos gestores municipais e mais adeptos pelo país. Em Quixadá, a 168km de Fortaleza, no Ceará, o ecoturismo se torna bastante evidente: a todo lugar, o viajante presencia atividades recreativas, esportivas e educativas.

O principal atrativo da região são as atividades mais radicais, como o voo livre. De acordo com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Quixadá, o voo livre pode girar em torno de R$ 1,5 milhão por temporada, e o índice ainda pode ser multiplicado caso o fluxo de pessoas seja intensificado em outros meses do ano.

Na cidade, também são famosas a trilha da Galinha Choca e o passeio ao Lago dos Monólitos, uma unidade de conservação criada para proteger as formações rochosas naturais da região. O Monumento Natural dos Monólitos é instrumento tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O interior se destaca

Quebrando o fluxo turístico mais recorrente às capitais dos estados, não é só o sertão cearense que ganha evidência. O estado de Minas Gerais ampliou seu mapa turístico, passando de 279 municípios no ano de 2016 para 555 cidades com potencial turístico em 2017. O turismo dessas regiões também abrigam o agroturismo, ou o turismo rural, mais voltado para pessoas que buscam tranquilidade em regiões serranas e demais áreas de baixo fluxo de pessoas.

Entre as cidades com maior relevância turística no estado de Minas estão Divinópolis, Pará de Minas e Formiga. A Trilha dos Bandeirantes é uma das principais rotas turísticas de Divinópolis, estando inclusa no Circuito Turístico Verde que reúne 9 municípios. Pará de Minas e Formiga integram o Circuito Turístico de Grutas e Mar de Minas, uma região com lagos, grutas, fazendas centenárias e sítios arqueológicos.

 

Falkner Moreira
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Procura de imóveis facilitada: conheça o app Moving

Já conhece o aplicativo Moving? Uma oportunidade para vendedores de imóveis e uma facilidade para quem busca um novo lugar para morar, a Moving é um aplicativo que mostra, através de geolocalização, os imóveis que estão disponíveis para aluguel e venda nas proximidades. A plataforma pode ser utilizada em smartphone, tablet ou computador.

Lançado em 2012, o aplicativo se atribui de uma tecnologia registrada pela Moving e terceirizada para outros serviços de imobiliárias e incorporadoras. Hoje, cerca de 900 aplicativos disponíveis nas lojas virtuais utilizam a tecnologia da Moving Imóveis. São cerca de 1 milhão de imóveis registrados na plataforma que aderem às categorias de residência, comércio, galpões industriais e logísticos.

Facilidades

O aplicativo representa praticidade e portabilidade para quem deseja procurar o seu imóvel ideal nas imediações de onde se encontra naquele exato momento. A oferta para algumas localidades é grande, mostrando anúncios de mais de mil imobiliárias, incorporadoras e pessoas físicas, principalmente em capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Outra comodidade é se aquela determinada área tem acesso para escolas, comércio e transporte público. Com esse recurso, o usuário pode definir suas prioridades de escolha e avaliar a melhor oferta de acordo com o que está presente na região desejada.

Infelizmente, o software ainda tem algumas limitações. O alcance máximo da cobertura em relação ao ponto de localização do usuário é de no máximo 100 metros. Isso impossibilita, por exemplo, que usuários do Rio de Janeiro busquem imóveis em outras cidades ou mesmo em zonas diferentes da mesma cidade.

Crescimento

A nova sociedade entre Moving e Engebanc, empresa especialista em avaliação de imóveis, permitirá que o aplicativo ganhe melhorias. Uma delas é relacionar o valor do imóvel selecionado com a média de valores da região. Isso facilitará a procura de imóveis a partir da renda que o usuário possui.

 

Falkner Moreira
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Paraná avança no ranking dos estados mais exportadores

No quadro geral do comércio brasileiro, a instabilidade econômica nacional tem se apresentado a algumas empresas e indústrias como fator de impulso para alcançar o mercado internacional. De janeiro a agosto de 2017, os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro se apresentaram como os mais exportadores do período, com valores respectivos a US$ 33,5 bilhões, US$ 16.9 bilhões e US$ 15,4 bilhões.

O Paraná avançou no ranking e ficou em quarto entre os maiores exportadores, com US$ 12,4 bilhões até o momento. Dos produtos comercializados se destacam soja, pastas químicas, e carnes e miudezas. Como destino das mercadorias, cerca de 28,5% segue para o mercado chinês, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. Logo em seguida, vem Argentina, tendo automóveis de passageiros e de transporte como principal mercadoria, e Estados Unidos, que compra madeira e artigos derivados.

Desde 2014 o Paraná tem avançado no comércio e vem acompanhando o crescimento do saldo comercial brasileiro. Em 2016, o saldo positivo fechou em mais de US$ 4,078 bilhões, que representa um crescimento de 65,8% em relação a 2015. Em exportações, o Paraná fechou em US$ 15,171 bilhões no ano de 2016. Além dos produtos já citados, o estado também tem relatado aumento significativo no comércio de extratos, essências e concentrados de café (132% até julho de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016), mel natural (127%) e couros (285%)

Agropecuária: oportunidade constante

A soja, o carro-chefe do comércio externo paranaense, também representa o produto de maior expansão comercial brasileira. Para 2017, o Brasil prevê uma produção de 64 milhões de toneladas, e 65 milhões para 2018. De acordo com a Associação Brasileira de Indústrias de Óleos Vegetais. O aumento se refere principalmente à maior utilização de biocombustível (produzido principalmente com óleo de soja) no diesel até março de 2018.

Falkner Moreira
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Refugees migration might have a solution

Since 2015, Europe, Asia and Africa have gone through a serious situation: the Refugee Crisis. War, terrorism, political and social issues are the main reasons for millions of people from Asia, Africa and Eastern Europe are moving to Western Europe. Recently, at August 28 in Paris, a few countries from Europe and Africa presented a plan to manage the migratory flux coming mainly from Africa.

The conference was attended by German Chancellor Angela Merkel, Italian prime-minister Paolo Gentoloni, Spanish prime-minister Mariano Rajoy and the High Representative from Europe Union, Federica Mogherini, spoke about reasons and solutions for the migratory crisis with representatives from Niger, Chad and Libya. Emmanuel Macron, President of France, suggested the elaborate “safe areas” in Niger and Chad, where people in migration could ask for asylum. The United Nations Refugee Agency would remain responsible for the logistics.

But the crisis won’t end up until the situation in Libya is solved. The country survives in chaos and civil war since Muammar Kadafi died in 2011 and several groups fought for power and control. Since then, is through Libya where people from another places walks up to Mediterranean Sea and Europe.

All representatives agreed that all of them must improve the cooperation in fighting against violence, traffic of people, the well management of finances, frontier controlling and law programs which could contribute for solutions.

According to the United Nations Refugee Agency declared that the number of refugees coming to Europe through sea decreased. 231 thousand people went to Europe through sea in boats, ships or even swimming from January to June in 2016. Meanwhile, in the same period of 2017, there was a 105 thousand people trespassing the Mediterranean Sea. In total, 119 thousand refugees went to Europe, and 83% of them, entered the continent through Italy. Since 2014, 14 thousand people die trying to reach safe lands in Europe.

 

Falkner Moreira
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